Então é assim que Serra trata a Assistência Social. Seu secretário confessou que esta a dois anos sem falar com Serra.
Puro discurso eleitoreiro do candidato da oposição, José Serra (PSDB-DEM-PPS), essa sua promessa de ampliar em 15 milhões de famílias o atendimento do Bolsa Família. Em 1 ano e quatro meses como prefeito de São Paulo e em 3 anos e quatro meses como governador do Estado, ele não deu a menor importância aos programas de transferência de renda. Não fez nada nem na Capital e nem no Estado em relação ao social. Seus governos e os dos tucanos em geral não têm política pública de programas de universalização social. Aliás, são contra. Sempre foram contra o Bolsa Família, ao qual chamavam de esmola. Atacaram o programa o tempo todo, fizeram de tudo para impedir sua aprovação no Congresso Nacional e o DEM, principal aliado de Serra, chegou a entrar na justiça para acabar com o ele.
Estranha coincidência
Um dia depois de o candidato da oposição...
Um dia depois de o candidato da oposição a presidente, José Serra (PSDB-DEM-PPS) prometer duplicar o Bolsa Família, o governo tucano de São Paulo anunciou o reajuste dos dois principais programas estaduais de transferência de renda (veja nota acima) - elevou de R$ 60,00 para R$ 80,00 os pagamentos mensais.
E a gente ainda tem que ouvir o secretário de Assistência Social, Luiz Carlos Delben Leite, afirmar que o fato de o anúncio ocorrer no segundo dia de campanha eleitoral e no seguinte ao da promessa de Serra de dobrar o Bolsa Família é mera coincidência.
"Eu nem sabia disso. Fiquei sabendo hoje de manhã. Faz dois anos que eu não falo com o Serra", disse o secretário à imprensa.
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