segunda-feira, 14 de março de 2011

Secretário de Segurança de São Paulo afasta diretor do DHPP após vazamento de vídeo





POR ERIVALDO

SOBROU PARA O DIRETOR DHPP MARCO ANTONIO DESGUALDO QUE NÃO TEM NADA COM A HISTORIA. PARECE ÓBVIO, MAS FOI FERREIRA PINTO QUEM ARTICULOR A SAIDA DE TÚLIO KAHN, POIS FOI FILMADO DURANTE UM ENCONTRO COM O REPORTE DA FOLHA MARIO CESAR CARVALHO.

TUDO LEVA A CRER QUE PEGARAM O HOMEM ERRADO PARA JUSTIFICAR UMA BRIGA PELO PODER PARA MANTER-SE NO CARGO. A QUEM INTERESSA O LOBBY PELA MANUTENÇAÕ DO SECRETARIO FERREIRA PINTO? POR QUE O GOVERNO ALCKIMIM ATENDEU O APELO DA FOLHA E DA REVISTA VEJA E AINDA MANTEM O SERRISMO VIVO?

O QUE PROVALVELMENTE OCORREU, FOI QUE FERREIRA PINTO PRETENDIA POR ALGUM MOTIVO, SABE-SE LA O QUE, SE LIVRA DO SOCIOLOGO TÚLIO KAHN O COLUNISTA CLAUDIO HUMBERTO REVELA QUE FERREIRA PINTO PRETENDIA MAQUIAR O ASSUSTADOR CRESCIMENTO DE LATROCÍNIOS MAS TÚLIO KAHN NÃO OBEDECEU. DAÍ FERREIRA PINTO FOI AO SHOPPING PARA MUNICIAR JORNALISTA COM INFORMAÇÃO E DOCULMENTOS CONTRA TÚLIO KAHN.





DO GLOBO

SÃO PAULO - O secretário de Segurança Pública de São Paulo Antonio Ferreira Pinto afastou do cargo o diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Marco Antônio Desgualdo. O afastamento ocorre dias depois do vazamento de um vídeo mostrando o encontro de Ferreira Pinto com um jornalista da "Folha de S.Paulo", no Shopping Pátio Higienópolis, na Zona Oeste da capital paulista. O encontro aconteceu dias antes da publicação da matéria que causou a demissão do estatístico da secretaria, Túlio Kahn, suspeito de venda de dados sigilosos da pasta.

Em nota, a SSP disse que o afastamento aconteceu "em razão das apurações preliminares apontarem seu envolvimento no episódio do Shopping Pátio Higienópolis" e que "as investigações, que se iniciaram na sexta-feira, se desenvolverão até cabal elucidação dos fatos".

O afastamento de Desgualdo é o terceiro caso de punição envolvendo funcionários da alta cúpula da SSP nos últimos 20 dias. Antes da demissão de Túlio Kahn, anunciada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), Ferreira Pinto havia afastado do cargo a corregedora da Polícia Civil Maria Inês Trefiglio Valente. A decisão aconteceu após a divulgação de um vídeo na internet onde policiais da Corregedoria algemam uma escrivã acusada de corrupção e arrancam a roupa dela à força. Após ter a calcinha e a calça arrancadas á força, os policiais encontraram com ela quatro notas falsas de R$ 50.

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